domingo, 17 de junho de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
sondagem
Joga-se mais logo em Alvalade mais um derby e o "ANortedeAlvalade" quer saber qual é o sentir dos Sportinguistas para esse jogo. Para o efeito criámos uma sondagem que de certeza absoluta não vai querer perder porque, tal como dizia Jardel, um derby é sempre um dérby e vice-versa.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Leitura obrigatória
Foi ontem mais evidente o protesto da Juve Leo em Alvalade. Além das tarjas ao contrário e da entrada tardia no estádio, foi exibida uma frase bem elucidativa do actual estado de espírito no seio da claque: “preparem as malas”.
Parecem assim estar criadas as condições para mais uma novela que tem todos os ingredientes para se tornar em mais um capítulo lamentável na história do Sporting como o foram todas as anteriores em que a claque mais antiga do clube saltou da bancada para se assumir como intérprete da vontade dos associados. Não se lhes conhecendo qualquer pensamento consequente ou visão estratégica para o clube a única coisa a esperar será a criação de vazio e o habitual alinhamento com quem esteja na disposição de lhes prestar vassalagem. Apesar da conta em que se têm, e, ao contrário do que querem fazer crer, eles é que precisam do Sporting para serem quem são. O Sporting já existia antes e sobreviver-lhes-á. O Sporting não precisa de golpes inconsequentes com motivações duvidosas, precisa de visão estratégica e de uma mensagem de ânimo e inclusão.
O último que se poderá lamentar do que venha a suceder é precisamente o presidente. Colherá o resultado da relação promíscua que, desde o inicio do seu mandato, mantém com os ultras do clube. Tanto uns como outros estão longe de estar à altura de muitos que os precederam nos lugares que hoje ocupam. Tardam em perceber que o seu tempo já passou e que, ao invés de soluções, representam um contrapeso para o clube.
O Sporting precisa de todos, obviamente. Uma boa forma de o servir pode ser a humildade de reconhecer que está na altura de voltar a ser o que sempre somos: apenas mais um.
Parecem assim estar criadas as condições para mais uma novela que tem todos os ingredientes para se tornar em mais um capítulo lamentável na história do Sporting como o foram todas as anteriores em que a claque mais antiga do clube saltou da bancada para se assumir como intérprete da vontade dos associados. Não se lhes conhecendo qualquer pensamento consequente ou visão estratégica para o clube a única coisa a esperar será a criação de vazio e o habitual alinhamento com quem esteja na disposição de lhes prestar vassalagem. Apesar da conta em que se têm, e, ao contrário do que querem fazer crer, eles é que precisam do Sporting para serem quem são. O Sporting já existia antes e sobreviver-lhes-á. O Sporting não precisa de golpes inconsequentes com motivações duvidosas, precisa de visão estratégica e de uma mensagem de ânimo e inclusão.
O último que se poderá lamentar do que venha a suceder é precisamente o presidente. Colherá o resultado da relação promíscua que, desde o inicio do seu mandato, mantém com os ultras do clube. Tanto uns como outros estão longe de estar à altura de muitos que os precederam nos lugares que hoje ocupam. Tardam em perceber que o seu tempo já passou e que, ao invés de soluções, representam um contrapeso para o clube.
O Sporting precisa de todos, obviamente. Uma boa forma de o servir pode ser a humildade de reconhecer que está na altura de voltar a ser o que sempre somos: apenas mais um.
Três leõezinhos a brilhar na Liga belga
Foi ontem mais evidente o protesto da Juve Leo em Alvalade. Além das tarjas ao contrário e da entrada tardia no estádio, foi exibida uma frase bem elucidativa do actual estado de espírito no seio da claque: “preparem as malas”.
Parecem assim estar criadas as condições para mais uma novela que tem todos os ingredientes para se tornar em mais um capítulo lamentável na história do Sporting como o foram todas as anteriores em que a claque mais antiga do clube saltou da bancada para se assumir como intérprete da vontade dos associados. Não se lhes conhecendo qualquer pensamento consequente ou visão estratégica para o clube a única coisa a esperar será a criação de vazio e o habitual alinhamento com quem esteja na disposição de lhes prestar vassalagem. Apesar da conta em que se têm, e, ao contrário do que querem fazer crer, eles é que precisam do Sporting para serem quem são. O Sporting já existia antes e sobreviver-lhes-á. O Sporting não precisa de golpes inconsequentes com motivações duvidosas, precisa de visão estratégica e de uma mensagem de ânimo e inclusão.
O último que se poderá lamentar do que venha a suceder é precisamente o presidente. Colherá o resultado da relação promíscua que, desde o inicio do seu mandato, mantém com os ultras do clube. Tanto uns como outros estão longe de estar à altura de muitos que os precederam nos lugares que hoje ocupam. Tardam em perceber que o seu tempo já passou e que, ao invés de soluções, representam um contrapeso para o clube.
O Sporting precisa de todos, obviamente. Uma boa forma de o servir pode ser a humildade de reconhecer que está na altura de voltar a ser o que sempre somos: apenas mais um.
Parecem assim estar criadas as condições para mais uma novela que tem todos os ingredientes para se tornar em mais um capítulo lamentável na história do Sporting como o foram todas as anteriores em que a claque mais antiga do clube saltou da bancada para se assumir como intérprete da vontade dos associados. Não se lhes conhecendo qualquer pensamento consequente ou visão estratégica para o clube a única coisa a esperar será a criação de vazio e o habitual alinhamento com quem esteja na disposição de lhes prestar vassalagem. Apesar da conta em que se têm, e, ao contrário do que querem fazer crer, eles é que precisam do Sporting para serem quem são. O Sporting já existia antes e sobreviver-lhes-á. O Sporting não precisa de golpes inconsequentes com motivações duvidosas, precisa de visão estratégica e de uma mensagem de ânimo e inclusão.
O último que se poderá lamentar do que venha a suceder é precisamente o presidente. Colherá o resultado da relação promíscua que, desde o inicio do seu mandato, mantém com os ultras do clube. Tanto uns como outros estão longe de estar à altura de muitos que os precederam nos lugares que hoje ocupam. Tardam em perceber que o seu tempo já passou e que, ao invés de soluções, representam um contrapeso para o clube.
O Sporting precisa de todos, obviamente. Uma boa forma de o servir pode ser a humildade de reconhecer que está na altura de voltar a ser o que sempre somos: apenas mais um.
Já estivemos pior
Foi ontem mais evidente o protesto da Juve Leo em Alvalade. Além das tarjas ao contrário e da entrada tardia no estádio, foi exibida uma frase bem elucidativa do actual estado de espírito no seio da claque: “preparem as malas”.
Parecem assim estar criadas as condições para mais uma novela que tem todos os ingredientes para se tornar em mais um capítulo lamentável na história do Sporting como o foram todas as anteriores em que a claque mais antiga do clube saltou da bancada para se assumir como intérprete da vontade dos associados. Não se lhes conhecendo qualquer pensamento consequente ou visão estratégica para o clube a única coisa a esperar será a criação de vazio e o habitual alinhamento com quem esteja na disposição de lhes prestar vassalagem. Apesar da conta em que se têm, e, ao contrário do que querem fazer crer, eles é que precisam do Sporting para serem quem são. O Sporting já existia antes e sobreviver-lhes-á. O Sporting não precisa de golpes inconsequentes com motivações duvidosas, precisa de visão estratégica e de uma mensagem de ânimo e inclusão.
O último que se poderá lamentar do que venha a suceder é precisamente o presidente. Colherá o resultado da relação promíscua que, desde o inicio do seu mandato, mantém com os ultras do clube. Tanto uns como outros estão longe de estar à altura de muitos que os precederam nos lugares que hoje ocupam. Tardam em perceber que o seu tempo já passou e que, ao invés de soluções, representam um contrapeso para o clube.
O Sporting precisa de todos, obviamente. Uma boa forma de o servir pode ser a humildade de reconhecer que está na altura de voltar a ser o que sempre somos: apenas mais um.
Parecem assim estar criadas as condições para mais uma novela que tem todos os ingredientes para se tornar em mais um capítulo lamentável na história do Sporting como o foram todas as anteriores em que a claque mais antiga do clube saltou da bancada para se assumir como intérprete da vontade dos associados. Não se lhes conhecendo qualquer pensamento consequente ou visão estratégica para o clube a única coisa a esperar será a criação de vazio e o habitual alinhamento com quem esteja na disposição de lhes prestar vassalagem. Apesar da conta em que se têm, e, ao contrário do que querem fazer crer, eles é que precisam do Sporting para serem quem são. O Sporting já existia antes e sobreviver-lhes-á. O Sporting não precisa de golpes inconsequentes com motivações duvidosas, precisa de visão estratégica e de uma mensagem de ânimo e inclusão.
O último que se poderá lamentar do que venha a suceder é precisamente o presidente. Colherá o resultado da relação promíscua que, desde o inicio do seu mandato, mantém com os ultras do clube. Tanto uns como outros estão longe de estar à altura de muitos que os precederam nos lugares que hoje ocupam. Tardam em perceber que o seu tempo já passou e que, ao invés de soluções, representam um contrapeso para o clube.
O Sporting precisa de todos, obviamente. Uma boa forma de o servir pode ser a humildade de reconhecer que está na altura de voltar a ser o que sempre somos: apenas mais um.
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