Os Sportinguistas que viram ontem o jogo do Real Madrid e viram jogar Diarrá, perceberam que não há ninguém no plantel do Sporting com aquelas características para o desempenho do difícil lugar de 6. Rapidez a cobrir os espaços, a decidir e a executar, mobilidade e disponibilidade totais, qualidade de passe, entrega ao colectivo. Apesar da sobriedade e despojamento, acabou por ser o jogador de maior protagonismo, quando no no plantel do Real é o “cat walk” que reina. Por alguma razão Pelligrini faz dele o ponto de Arquimedes da equipa. Quanto ganharia o futebol do Sporting com um verdadeiro 6? Tragam um Diarrá à nossa medida que até eu o vou buscar à Portela sem me enganar.
Como se viu ontem em Madrid, o futebol continua a ser um jogo colectivo. Uma andorinha não faz a primavera e na hora de migrar voam todas na mesma direcção para chegar ao destino. Mesmo quando se marca um golo “à la Messi” ou “a la Maradona” nenhum jogador o faz verdadeiramente sozinho: se os jogadores adversários não tivessem que se preocupar com os restantes companheiros a quem a bola pode ser endossada até último instante, golos memoráveis como os assinalados nunca teriam lugar. Uma boa equipa não é apenas a soma dos valores individuais em abstracto e os jogadores excepcionais não garantem equipas excepcionais. Por isso se treina e para isso existe a figura do treinador. E por isso é que o futebol é o jogo mais bonito e apaixonante do Mundo: não são os orçamentos, os valores individuais nem o historial dos competidores que ganham os jogos, antes sim desequilibram a balança. Sem processos de jogo bem urdidos pelo técnico, adaptados ao plantel disponível e bem assimilados pela equipa nos treinos de preparação, não há dinheiro que valha.
Como se viu ontem em Madrid, o futebol continua a ser um jogo colectivo. Uma andorinha não faz a primavera e na hora de migrar voam todas na mesma direcção para chegar ao destino. Mesmo quando se marca um golo “à la Messi” ou “a la Maradona” nenhum jogador o faz verdadeiramente sozinho: se os jogadores adversários não tivessem que se preocupar com os restantes companheiros a quem a bola pode ser endossada até último instante, golos memoráveis como os assinalados nunca teriam lugar. Uma boa equipa não é apenas a soma dos valores individuais em abstracto e os jogadores excepcionais não garantem equipas excepcionais. Por isso se treina e para isso existe a figura do treinador. E por isso é que o futebol é o jogo mais bonito e apaixonante do Mundo: não são os orçamentos, os valores individuais nem o historial dos competidores que ganham os jogos, antes sim desequilibram a balança. Sem processos de jogo bem urdidos pelo técnico, adaptados ao plantel disponível e bem assimilados pela equipa nos treinos de preparação, não há dinheiro que valha.
Ficamos a saber, e na sequência do post de ontem, que já há quem chegue à Europa sem disputar sequer uma pré-eliminatória. Como seria a capa de hoje se o resultado fosse outro? É que já não há muitos mais jogadores para colocar a caminho da Luz...

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