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domingo, 20 de setembro de 2009

Jorge de Sousa: "e pluribus unum"

O U. Leiria vai ser uma das boas equipas deste campeonato. Muito bom jogo da equipa orientada pelo Grande Manel, atraiçoado pela distracção inicial, pela lesão de Marco Soares, pelo fraco rendimento do substituto Kalaba, quando Thiago Luis ou Cássio teriam feito muito melhor. Carlão é jogador para um furos acima e André Santos um belo 6.

Registe-se o bom jogo de bola parada da equipa de Jesus: 3 golos, embora o 3º tenham contado com a ajuda do espírito santo de Jorge Sousa. O contacto de Mamadou Tall acontece depois do corte, que no máximo, para um árbitro de mal com o mundo, mereceria um livre indirecto.

PS: Resolvi re-editar o post para lhe adicionar a imagem que comprova o que afirmo: é Aimar quem provoca o contacto, o defesa do U. Leiria faz o que lhe compete, que é cortar a bola. Quem viu o jogo por certo se lembra de uma situação idêntica, fora da área, com Aimar que o árbitro não marcou. Cada um terá a opinião que entender mas convém, antes mais, conhecer a lei. Segundo as leis do jogo um penalty deve ser marcado "uma equipa cometa uma das 10 faltas punidas com livre directo". Ora estas são (lei 12):
  • dar ou tentar dar um pontapé num adversário;
  • passar ou tentar passar uma rasteira a um adversário;
  • saltar sobre um adversário;
  • carregar um adversário;
  • agredir ou tentar agredir um adversário;
  • empurrar um adversário.
  • entrar em tacle contra um adversário.
  • agarrar um adversário;
  • cuspir sobre um adversário;
  • tocar deliberadamente a bola com as mãos (excepto o guarda-redes dentro da sua própria área de grande penalidade).
Digam lá qual delas cometeu Mamadou Tall. É que não estender uma passadeira vermelha ainda não consta como falta, talvez não falte muito. Se acho que Jorge de Sousa errou de propósito? Não! Concordo é com Jesus: é assim que se fazem campeões, em particular em Portugal há uns anos para cá.

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