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sábado, 20 de dezembro de 2008

Natal pobre em Alvalade

Não há muito a dizer que não tenha sido dito já, em jogos semelhantes, com exibições semelhantes. Mais uma primeira parte deitada fora, opções técnicas no mínimo discutíveis e mais uma arbitragem à antiga portuguesa. Por partes:

As 1ª´s partes falhadas serão sem sombra de dúvidas uma das imagens de marca do consulado de PB em Alvalade. E com elas assistimos ao funeral das nossas pretensões. Olhando para a equipa inicial não se percebe porque PB mexeu tanto numa equipa que tão boa conta de si tinha dado há 8 dias. Ainda menos se percebe a insistência em Romagnoli, uma verdadeira nulidade, um peso morto. Com a equipa a jogar com os seus sectores completamente desgarrados, não vi um único lance em que os avançados tivessem sido bem servidos. Quando PB decidiu rectificar já foi demasiado tarde. Vuckcevic, Veloso e Djaló, os 1º´s 2 seguramente, já deviam ter entrado de inicio. Com tudo isto, por momentos pensei que a eliminatória da Champions tinha sido antecipada: a Académica jogava em todo o terreno, quase de igual para igual. E não tem Luca Toni, Altintop, Ribery, etc…

Por último a arbitragem. Não foi só má na 1ª parte. Percebeu-se durante o jogo que seria sempre contra, em caso de dúvida. Foi até mais longe, decidindo contra nós até quando não havia dúvidas. Habilidoso, ao jeito de Paraty, Paulo Costa, Izidoro Rodrigues e outros que aprenderam na mesma cartilha.

Ainda sem saber os resultados que farão os nossos adversários é claro que não subiremos lugar nenhum e arriscamo-nos a cair para 5º lugar, com 11 jornadas disputadas. Quanto é que os sportinguistas terão que continuar a engolir em seco e recusar-se a perceber que assim não vamos a lado nenhum? PB compareceu na flash-interviu como se acabasse de jogar uma sueca com os amigos e que até não tinha corrido nada mal. PB sente-se tão seguro quanto acima de qualquer reparo. Até quando? Quantos mais anos precisará para construir uma verdadeira equipa, capaz de ganhar um campeonato? Vem aí mais um Natal pobre em Alvalade.

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