Ao passar os olhos nestas misérias percebi os sportinguistas que assobiaram na 4ª feira: sentem-se traídos! A equipa com o modelo de jogo consolidado, o plantel mais estável, os reforços cirúrgicos, o treinador e equipa com o casamento mais longo dos 3 grandes aprestava-se para, á frente de todos, tal como em Madrid, Barcelona e Colombo, deixar-se levar e abrir as pernas ao inimigo. Queriam o quê, que batessem palmas, para marcar o ritmo?
Os jogadores e treinador ainda se queixam! Não fora o amor pelo clube e ele veriam como a palavra “saraivada” também pode ser usada antes outras mais contundentes que "assobios".
Olhem, se querem saber, até acho que foi isso que os despertou.

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