A realidade onde o Sporting se insere desafia o clube a, simultaneamente, tornar-se sustentável financeiramente sem perder a sua competitividade desportiva, bem como a alargar a sua base de apoio social, sem perder a actual. Estamos pelo menos de acordo que é preciso mudar. Façamos disso, juntamente com o amor pelo clube, o ponto de partida. A música que se segue pode ser inspiradora: o original de Sam Cooke foi já objecto de várias interpretações, de Patti Labelle a Billy Preston, passando por Bob Dylan até chegar a Seal. Saibamos nós interpretar o novo Sporting sem abdicar da sua identidade.
PS: Este blogue não está representado no Congresso por impossibilidade diversas dos seus editores. Pessoalmente confio nos Sportinguistas presentes, em particular nos amigos deste espaço, como JG do Rugido Leonino ou no Virgilio Bernardino do Capicua101.

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