Várias vezes me pronunciei favoravelmente à antecipação das eleições. Porque se actual gestão cessa funções, o Sporting não fecha as portas e há, entre muitas coisas, uma época inteira para preparar. Sair atrás no tiro de partida define muitas vezes uma corrida.
Olhando para o actual plantel, e independentemente da visão pessoal de cada Sportinguista, há, em todos os sectores, necessidade de ajustamentos e de reforço: Dos guarda-redes, ao último dos pontas-de-lança onde não introduziríamos alterações?
Há uma liderança técnica para entregar, cujas ideias podem implicar um modelo distinto do até agora seguido. A incorporação de extremos, por exemplo.
Há gente oriunda da formação a bater à porta para entrar: João Gonçalves, Celestino, Saleiro, André Marques. Há contratos para renegociar: Tiago Pinto.
FSF dizia há dias que a próxima época estava a ser preparada. Se não sentiu legitimidade para renegociar o contrato com Paulo Bento, como se pode sentir mandatado para tal? Há a questão do financiamento, eu sei. Mas se FSF é um inquilino de saída, porque não deixa que o próximo locatário arranje a casa à sua medida? Até porque não creio que, nesta altura, FSF tenha força para aprovar o seu projecto. Ou que alguém vá discutir os méritos das suas propostas. Porque foi este o caminho que ele escolheu. Infelizmente, digo eu.

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